A educação é um processo dinâmico e parte importante da sociedade, pois é Nela que se edificam grandes homens e grandes mulheres! Por isso este blog eduAÇÃO apresenta alguns destes processos educativos para os dias atuais.
Uma queixa constante entre casais é o fato de depois de uma briga, um
dos lados nunca ceder e sempre esperar que o outro peça desculpas ou se
aproxime. Normalmente, a grande maioria responsável pelo “bico doce” é a
mulher… mas isso não quer dizer que também não existam homens que usam o
seu charminho para não dar o primeiro passo.
Não estou me referindo
às brigas sérias ou contratempos que causam uma separação, mas àqueles
pequenos conflitos que cercam a convivência de um casal e que, vez ou
outra, acabam por desencadear uma briguinha boba.
As mulheres se
defendem afirmando serem mais sensíveis e que os homens não têm muito
“tato” em uma discussão, ofendendo mais que o permitido… os homens
alegam que as mulheres fazem tempestades em copos d´agua e que sempre
querem ter razão.
Se você é alguém que sempre quer ter razão e
nunca dá o primeiro passo para pedir desculpas depois de uma briga, é
bom começar a ser mais humilde e
perceber que ninguém está sempre totalmente errado ou certo. Não importa
quem errou, importa é que os dois percebam o quanto esse erro
influenciou na relação e que tenham uma preocupação conjunta em tentar
não repeti-lo.
Qual a importância de ter sempre razão? Obviamente, é
muito bom quando podemos estar coerentes e tranqüilos com os nossos
atos, mas o erro é tão possível quanto o acerto.
Pedir desculpas,
dar o primeiro passo depois de uma discussão, reconhecer que errou ou
simplesmente sorrir e abraçar, são atitudes que nos tornam imensamente
maiores e melhores do que dar as costas e esperar que o outro venha.
A obesidade não é mais apenas um problema estético, que incomoda por
causa da “zoação” dos colegas. O excesso de peso pode provocar o
surgimento de vários problemas de saúde como diabetes, problemas
cardíacos e a má formação do esqueleto. Cerca de 15% das crianças e 8%
dos adolescentes sofrem de problemas de obesidade, e oito em cada dez
adolescentes continuam obesos na fase adulta.
As crianças em geral ganham peso com facilidade devido a fatores tais
como: hábitos alimentares errados, inclinação genética, estilo de vida
sedentário, distúrbios psicológicos, problemas na convivência familiar
entre outros. As pessoas dizem que crianças obesas ingerem grande
quantidade de comida. Esta afirmativa nem sempre é verdadeira, pois em
geral as crianças obesas usam alimentos de alto valor calórico que não
precisa ser em grande quantidade para causar o aumento de peso. Como
exemplo, podemos citar os famosos sanduíches (hambúrguer, misto-quente,
cheesburguer etc.) que as mamães adoram preparar para o lanche dos seus
filhos, as batatas fritas, os bife passados na manteiga são os
verdadeiros vilãs da alimentação infantil. A vida sedentária
facilitada pelos avanços tecnológicos (computadores, televisão,
videogames, etc.), faz com que as crianças não precisem se esforçar
fisicamente a nada. Isto é um fator preocupante para o desenvolvimento
da obesidade. Além disso, a ansiedade também afeta os jovens, por
exemplo, por preocupações em semanas de prova na escola ou pela tensão
do vestibular, entre outros. A ansiedade os faz comer mais. Psiquiatras
afirmam que por trás de um obeso sempre poderá existir um problema
psicológico, agravando-se devido a nossa cultura onde a sociedade exclui
os gordinhos de várias brincadeiras devido a sua situação. Isso só leva
a criança ou adolescente a piorar porque quase sempre são tímidas e
sentem-se envergonhadas, acabam se isolando e fazendo da alimentação uma
“fuga” da realidade, isto é, quanto mais rejeitado, mais ansiosos mais
comem. A obesidade pode ainda ter correlação com variações
hormonais tais como: excesso de insulina; deficiência do hormônio de
crescimento; excesso de hidrocortizona, os estrógenos etc e com fatores
genéticos. Algumas pesquisas já revelaram que se um dos pais é obeso, o
filho tem 50% de chances de se tornar gordinho, e se os dois pais estão
acima do peso, o risco aumenta para 100%. A criança que tem pais obesos
corre o risco de se tornar obesa também porque a obesidade pode ser
adquirida geneticamente. obesidade é um problema grave e deve ser
encarado com cuidado. Se você está ou conhece alguém que esteja acima do
peso, deve procurar ajuda médica, pois as causas da obesidade podem ter
diversas origens desde hábitos irregulares até fatores genéticos e
hormonais. Quanto mais cedo for tratado, maiores são as chances de cura.
Mas não se esqueça que o mais importante é estarmos de bem com nós
mesmos. Ter um corpo legal depende do equilíbrio emocional e uma mente
consciente.
Fonte: Ivana Silva e Cássia Nunes http://www.facebook.com/photo.php?fbid=505295392850331&set=a.433326640047207.98284.430527916993746&type=1&theater
Como muitas pessoas estão sozinhas quando sofrem um ataque cardíaco, sem ajuda, a pessoa cujo coração está batendo indevidamente e que começa a se sentir fraco, tem apenas cerca de 10 segundos antes de perder a consciência. No entanto, essas vítimas podem ajudar a si mesmos tossindo
repetidamente e vigorosamente. Uma respiração profunda deve ser efetuada
antes de cada tosse, e a tosse deve ser profunda e vigorosa, prolongada
como se produzida no interior do tórax. A respiração e a tosse
devem ser repetidas a cada dois segundos, sem parar, até que a ajuda
chegue, ou até que sinta que o coração está batendo normalmente. Respirações profundas obtém oxigênio para os pulmões e os movimentos de
tosse pressionam o coração e mantém o sangue circulante. A pressão de
compressão sobre o coração também ajuda a recuperar o ritmo normal.
Desta forma, vítimas de ataque cardíaco podem chegar a um hospital. Diga
a muitas outras pessoas sobre isso. Isso pode salvar suas vidas! Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail enviarem
para 10 pessoas, você pode apostar que nós vamos salvar pelo menos uma
vida.
Que tal transformar todas as horas gastas em redes
sociais num instrumento poderoso para achar uma oportunidade de trabalho
incrível? Já pensou em usar sua habilidade como ombro amigo para
conseguir um aumento? Habilidades como essas tornam-se competências
fundamentais para avaliar sua inteligência social
, um conceito novo definido como a capacidade de lidar com as outras pessoas e entender os sentimentos alheios.
Thinkstock/Getty Images
Inteligência social é a capacidade de se relacionar com as pessoas e fazer com que as reações sejam empáticas
Cada vez mais valorizadas em ambientes de trabalho,
as habilidades sociais podem ser a diferença entre crescer
profissionalmente ou permanecer estagnado
. “Se um gênio acadêmico ou técnico aumenta sua habilidade social,
torna-se um profissional imbatível”, afirma Alexandre Bortoletto,
instrutor da SBPNL – Sociedade Brasileira de Programação
Neurolinguística.
O conceito é um desdobramento e uma ampliação da
teoria das inteligência múltiplas do psicólogo norteamericano da
Universidade de Harvard, Howard Gardner.
No livro "Estruturas da Mente", Gardner descreve inteligência como a
capacidade humana de criar e de resolver problemas e afirma que existem
vários tipos de inteligência, todos igualmente importantes.
A teoria das inteligências múltiplas já deu origem a pelo menos um best seller, " Inteligência emocional
", de Daniel Goleman, que fez sucesso nos anos 1990
.
Nesse seu novo livro “ Inteligência Social
”, Daniel Goleman, afirma que o modo como interagimos influencia nosso
comportamento e o funcionamento do corpo, com impactos até na
neuroquímica do humor, por exemplo. Além de literalmente, fazer bem para
nós, valores positivos, como empatia, altruísmo e generosidade têm
poder de nos conectar com outras pessoas e trazem ganhos sociais. E a
melhor maneira de desenvolvê-los é praticando. “Mudanças grandes de
ambiente são necessárias para desenvolver habilidade sociais”, diz
Bortoletto.
“
Se um gênio acadêmico ou técnico aumenta sua habilidade social, torna-se um profissional imbatível.
A professora doutora da FEA-SP e coordenadora do Programa
de Vida e Carreira, Tania Casado, no entanto, embora cautelosa em
relação a 'termos da moda', concorda. Habilidades sociais, interesse
pelos outros e capacidade de estabelecer relações são e sempre foram
importantes nas empresas.
Agora preste atenção nas dicas dos especialistas para melhorar suas habilidades sociais no trabalho
Tente imaginar como as pessoas vêem você
Não existe um padrão para uma apresentação pessoal correta: isso depende
do meio profissional. Terno bem cortado, postura e linguagem formal
podem destoar num ambiente mais descolado, como uma agência de design.
A regra é mimetizar.
Se quiser ser sempre convidado para o almoço com o pessoal do
escritório (e lembrado em projetos e indicações para vagas no futuro),
preste atenção na forma que as pessoas se vestem, falam e os assuntos
preferidos. Mesmo que não sejam os seus, vale a pena fazer pequenos
ajustes.
Além do networking, tente causar impressões positivas
Fazer e manter contatos profissionais são componentes da inteligência
social, mas não dizem tudo. Todo contato precisa ser associado a uma
experiência positiva com o outro. Emails ou ligações inconvenientes
podem mais fazer estrago do que trazer benefícios.
Ter um elogio pertinente a algum trabalho recente na
ponta da língua ou fazer um comentário interessante podem ajudar o outro
a lembrar de você positivamente. “Não significa bajular. A melhor forma
de não ser mal interpretado é ter um plano de ação para seu crescimento
pessoal”, diz Richeli Sachetti, coach e instrutora da Sociedade
Brasileira de Coaching.
Empatia é a palavra-chave para se aproximar de alguém.
“Se uma pessoa que fala muito rápido, ao conversar com uma outra, que
fala muito devagar, conseguir desalecerar, também vai conseguir entrar
na mesma sintonia do outro”, lembra Alexandre. É o tal do “rapport”,
expressão francesa que significa estabelecer uma conexão. Uma dica de
João Oliveira é escutar mais do que falar. “A briga começa porque alguém
interrompe o outro. Quem tem escuta passiva é amigo de todo mundo”, diz
o especialista.
“
A briga começa porque alguém interrompe o outro. Quem tem escuta passiva é amigo de todo mundo.
A professora Tania Casado lembra que o sucesso de uma rede profissional depende da simetria na relação.
“Ninguém constrói uma rede sem ter reputação e
reciprocidade. Não adianta querer que a rede se mobilize a seu favor, se
você não se coloca a disposição dela”, afirma. Ou seja, é preciso ser
generoso e disponível para poder contar com os outros. “Isso transmite
éticas e valores, porque ninguém chega lá sozinho”, lembra Sachetti.
Mantenha-se conectado com o mundo e use as redes sociais com inteligência
Redes sociais são uma ótima oportunidade para alimentar a engrenagem
social a favor da carreira. São um poço de informações sobre cultura
organizacional das empresas, perfis profissionais e pessoais, que podem
ser usadas para estreitar laços e se adaptar a ambientes. Como num
happy-hour, o clima é informal e mais próximo, mas deve-se ter cuidado
com gafes, já que o vexame online nem sempre pode ser deletado.
É importante saber ser relevante também. “Quem não tem
algum amigo que só posta bobagens? Correntes, solicitações,
recomendações: as pessoas perderam a noção e abusam, tratam a rede de
relacionamentos com pouco respeito”, afirma Tania. Postar conteúdo de qualidade e ser atencioso com as pessoas é o melhor caminho para se tornar referência e ganhar influência.
Descubra o que o seu corpo fala
João Oliveira, autor do livro “ Saiba Quem Está à Sua Frente
” (Wak Editora), é especialista em linguagem corporal e dá cinco dicas para você pôr em prática no trabalho. “A mais importante é mover menos as mãos. Quem mexe muito as mãos demonstra ignorância linguística, faltam símbolos verbais”
, diz Oliveira. Sorrir é importante, mesmo que o sorriso não seja 100%
espontâneo. “As pessoas correspondem”, diz. Mantenha a postura e o
ângulo da cabeça em 90º. “Isso demonstra que você é seguro de si.” Ao
andar, o ideal é não balançar os braços. Por fim, numa entrevista ou
reunião, não bloqueie com bolsa e objetos o caminho entre você e o
interlocutor.
Saiba falar, ouvir e, sobretudo, perguntar
Feedback no fundo é como um jogo onde é preciso saber falar, ouvir e
perguntar. “Se eu me relaciono bem, escuto melhor meu colega, recebo e
dou feedback melhor”, afirma Bortoletto. Richeli Sachetti, coach e
instrutora da Sociedade Brasileira de Coaching, afirma que muitas vezes
saber onde melhorar é um enigma. “Quando a pesssoa não sabe em qual aspecto ela precisa melhorar, precisa pedir feedbacks específicos”
, diz Sachetti. Em outras palavras, quanto mais concretos os exemplos de
atitudes e comportamentos que devem ser trabalhados, maiores as chances
do feedback trazer mudanças concretas. É preciso saber falar e ouvir de
forma racional, de maneira não ofensiva e sem levar comentários para o
lado pessoal. “Receber e dar feedbacks são dois lados do mesmo
aprendizado. Quem sabe receber críticas e feedback também sabe dar
feedback. Eu melhoro para ouvir quando eu aprendo a falar”, recomenda
Bortoletto.
Embora ocorram variações nos materiais associados, a lista
abaixo é a que encontramos mais freqüentemente:
01º - Bodas de Papel
02º - Bodas de Algodão
03º - Bodas de Couro ou Trigo
04º - Bodas de Flores, Frutas ou Cera
05º - Bodas de Madeira ou Ferro
06º - Bodas de Açúcar ou Perfume
07º - Bodas de Latão ou Lã
08º - Bodas de Barro ou Papoula
09º - Bodas de Cerâmica ou Vime 10º - Bodas de Estanho ou Zinco
11º - Bodas de Aço
12º - Bodas de Seda ou Ônix
13º - Bodas de Linho ou Renda
14º - Bodas de Marfim 15º - Bodas de Cristal
16º - Bodas de Safira ou Turmalina
17º - Bodas de Rosa
18º - Bodas de Turquesa
19º - Bodas de Cretone ou Água Marinha 20º - Bodas de Porcelana
21º - Bodas de Zircão
22º - Bodas de Louça
23º - Bodas de Palha
24º - Bodas de Opala
25º - Bodas de Prata
26º - Bodas de Alexandrita
27º - Bodas de Crisoprásio
28º - Bodas de Hematita
29º - Bodas de Erva 30º - Bodas de Pérola
31º - Bodas de Nácar
32º - Bodas de Pinho
33º - Bodas de Crizopala
34º - Bodas de Oliveira 35º - Bodas de Coral
36º - Bodas de Cedro
37º - Bodas de Aventurina
38º - Bodas de Carvalho
39º - Bodas de Mármore 40º - Bodas de Esmeralda
41º - Bodas de Seda
42º - Bodas de Prata dourada
43º - Bodas de Azeviche
44º - Bodas de Carbonato
45º - Bodas de Rubi
46º - Bodas de Alabastro
47º - Bodas de Jaspe
48º - Bodas de Granito
49º - Bodas de Heliotrópio
50º - Bodas de Ouro
51º - Bodas de Bronze
52º - Bodas de Argila
53º - Bodas de Antimônio
54º - Bodas de Níquel 55º - Bodas de Ametista
56º - Bodas de Malaquita
57º - Bodas de Lápis-lazúli
58º - Bodas de Vidro
59º - Bodas de Cereja 60º - Bodas de Diamante
61º - Bodas de Cobre
62º - Bodas de Telurita
63º - Bodas de Sândalo
64º - Bodas de Fabulita 65º - Bodas de Platina
66º - Bodas de Ébano
67º - Bodas de Neve
68º - Bodas de Chumbo
69º - Bodas de Mercúrio 70º - Bodas de Vinho
71º - Bodas de Zinco
72º - Bodas de Aveia
73º - Bodas de Manjerona
74º - Bodas de Macieira
75º - Bodas de Brilhante ou Alabastro
76º - Bodas de Cipestre
77º - Bodas de Alfazema
78º - Bodas de Benjoim
79º - Bodas de Café 80º - Bodas de Nogueira ou Carvalho
81º - Bodas de Cacau
82º - Bodas de Cravo
83º - Bodas de Begônia
84º - Bodas de Crisântemo
85º - Bodas de Girassol
86º - Bodas de Hortênsia
87º - Bodas de Nogueira
88º - Bodas de Pêra
89º - Bodas de Figueira 90º - Bodas de Álamo
91º - Bodas de Pinheiro
92º - Bodas de Salgueiro
93º - Bodas de Imbuia
94º - Bodas de Palmeira
95º - Bodas de Sândalo
96º - Bodas de Oliveira
97º - Bodas de Abeto
98º - Bodas de Pinheiro
99º - Bodas de Salgueiro 100º - Bodas de Jequitibá
Para historiador da
USP, sociedade critica todos os aspectos do cotidiano escolar, mas se
esforça para mantê-los da mesma forma. Ele propõe discutir o
“rompimento” das estruturas
Priscilla Borges- iG Brasília |
“O ambiente escolar me dá fobia, taquicardia, ânsia de
vômito. Até os enfeites das paredes me dão nervoso. E eu era a pessoa
que mais gostava de enfeitar a escola. Cheguei a um ponto que não
conseguia ajudar nem a minha filha ou ficar sozinha com ela. Eu não
conseguia me sentir responsável por nenhuma criança. E eu sempre tive
muita paciência, mas me esgotei.” Sem infraestrutura: Em 72,5% das escolas da rede pública não há biblioteca
Alan Sampaio / iG Brasília
Estrutura escolar adoece professores e leva a abandono da profissão
O relato é da professora Luciana Damasceno
Gonçalves, de 39 anos. Pedagoga, especialista em psicopedagogia há 15
anos, Luciana é um exemplo entre milhares de professores que, todos os
dias e há anos, se afastam das salas de aula e desistem da profissão por
terem adoecido em suas rotinas.
Para o pesquisador Danilo Ferreira de Camargo, o
adoecimento desses profissionais mostra o quanto o cotidiano de
professores e alunos nos colégios é “insuportável”. “Eles revelam, mesmo
que de forma oblíqua e trágica, o contraste entre as abstrações de
nossas utopias pedagógicas e a prática muitas vezes intolerável do
cotidiano escolar”, afirma.
Leia também: MEC confirma novo piso de professores de R$ 1567
O tema foi estudado pelo historiador por quatro anos,
durante mestrado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo
(USP). Na dissertação O abolicionismo escolar: reflexões a partir do adoecimento e da deserção dos professores
, Camargo analisou mais de 60 trabalhos acadêmicos que tratavam do adoecimento de professores.
Camargo percebeu que a “epidemia” de doenças ocupacionais
dos docentes foi estudada sempre sob o ponto de vista médico. “Tentei
mapear o problema do adoecimento e da deserção dos professores não pela
via da vitimização, mas pela forma como esses problemas estão ligados à
forma naturalizada e invariável da forma escolar na modernidade”, diz. Desistência: Salários baixos provocam fuga de professores da carreira
Luciana começou a adoecer em 2007 e está há dois anos
afastada. Espera não ser colocada de volta em um colégio. “Tenho um
laudo dizendo que eu não conseguiria mais trabalhar em escola. Eu não
sei o que vão fazer comigo. Mas, como essa não é uma doença visível, sou
discriminada”, conta. A professora critica a falta de apoio para os
docentes nas escolas.
“Me sentia remando contra a maré. Eu gostava do que
fazia, era boa profissional, mas não conseguia mudar o que estava
errado. A escola ficou ultrapassada, não atrai os alunos. Eles só estão
lá por obrigação e os pais delegam todas as responsabilidades de educar
os filhos à escola. Tudo isso me angustiava muito”, diz. Viver sem escola: é possível?
Orientado pelo professor Julio Roberto Groppa Aquino, com
base nas análises de Michel Foucault sobre as instituições
disciplinares e os jogos de poder e resistência, Camargo questiona a
existência das escolas como instituição inabalável. A discussão proposta
por ele trata de um novo olhar sobre a educação, um conceito chamado
abolicionismo escolar.
“Criticamos quase tudo na escola (alunos, professores,
conteúdos, gestores, políticos) e, ao mesmo tempo, desejamos mais
escolas, mais professores, mais alunos, mais conteúdos e disciplinas.
Nenhuma reforma modificou a rotina do cotidiano escolar: todos os dias,
uma legião de crianças é confinada por algumas (ou muitas) horas em
salas de aula sob a supervisão de um professor para que possam ocupar o
tempo e aprender alguma coisa, pouco importa a variação moral dos
conteúdos e das estratégias didático-metodológicas de ensino”, pondera. Fora da sala de aula: Metade dos professores não leem em tempo livre
Ele ressalta que essa “não é mais uma agenda política
para trazer salvação definitiva” aos problemas escolares. É uma crítica
às inúmeras tentativas de reformular a escola, mantendo-a da mesma
forma. “A minha questão é outra: será possível não mais tentar resolver
os problemas da escola, mas compreender a existência da escola como um
grave problema político?”, provoca.
Na opinião do pesquisador, “as mazelas da escola são
rentáveis e parecem se proliferar na mesma medida em que proliferam
diagnósticos e prognósticos para uma possível cura”. Problemas partilhados
Suzimeri Almeida da Silva, 44 anos, se tornou professora
de Ciências e Biologia em 1990. Em 2011, no entanto, chegou ao seu
limite. Hoje, conseguiu ser realocada em um laboratório de ciências. “Se
eu for obrigada a voltar para uma sala de aula, não vou dar conta. Não
tenho mais estrutura psiquiátrica para isso”, conta a carioca. Leia série sobre formação de docentes: Professores não são preparados para ensinar
Ela concorda que a estrutura escolar adoece os
profissionais. Além das doenças físicas – ela desenvolveu rinite
alérgica por causa do giz e inúmeros calos nas cordas vocais –, Suzimeri
diz que o ambiente provoca doenças psicológicas. Ela, que cuida de uma
depressão, também reclama da falta de apoio das famílias e dos gestores
aos professores.
“O professor é culpado de tudo, não é valorizado. Muitas
crianças chegam cheias de problemas emocionais, sociais. Você vê tudo
errado, quer ajudar, mas não consegue. Eu pensava: eu não sou psicóloga,
não sou assistente social. O que eu estou fazendo aqui?”, lamenta.
A visita está chegando
e os ambientes precisam ser arrumados em alguns minutos? Veja o que
fazer seguindo as 30 dicas que montamos para você
Bruna Bessi, iG São Paulo |
A chegada de uma visita inesperada sempre traz à tona a famosa
expressão “Não repare a bagunça”. Mas é possível esconder a desordem com
medidas simples e rápidas. Fechar cortinas, quando a janela estiver
suja, e guardar brinquedos em baús são bons exemplos do que pode ser
feito em alguns minutos
. Na hora do aperto, não hesite em usar de tais segredos para deixar a
casa mais arrumada (ou menos bagunçada, como preferir). Consultamos
Luiza Altman, arquiteta da Port Casa, e Ingrid Lisboa, personal
organizer, e montamos uma lista com 30 soluções muito práticas.
O Egoísmo consiste no hábito ou na atitude de uma pessoa colocar seus
interesses, opiniões, desejos ou necessidades em primeiro lugar, em
detrimento (ou não) do ambiente e das demais pessoas com que se
relaciona. O egocentrismo, por sua vez, caracteriza-se pela fantasia de
imaginar que o mundo gira em torno de si, tomando o "eu" como referência
para todas as relações e fatos. As palavras são parecidas, mas o
uso delas refere-se a perfis bem distintos. Uma pessoa egocêntrica não
olha para os lados, ela não quer saber como os outros estão se sentindo.
O mundo inteiro precisa se adaptar aos interesses do egocêntrico. Já o
egoísta está preocupado em tirar o melhor proveito da situação conforme
ela se apresenta A diferença essencial entre um egoísta e um
egocêntrico não está no fato dos seus interesses, opiniões, desejos,
necessidades estarem em primeiro lugar, até porque ambos, igualmente,
assim o desejam. A diferença está, na
verdade, em quem é (ou quem deveria ser) o responsável por fazer com que
tão desejadas circustâncias aconteçam. No caso do egoísta, é ele quem
realiza os seus atos em prol de si mesmo, em detrimento ou não dos
outros. No caso do egocêntrico, ele espera que o mundo é que realize
estes atos. Na prática, a diferença aparece de forma bem simples. O
egoísta aceita ir ao cinema, mesmo detestando o filme, desde que o
melhor lugar esteja reservado para ele. Já o egocêntrico só combina
programas que ele aprove, jamais admitindo alguma contrariedade, por
menor que seja ela. O egocêntrico é aquele que tende a estar
insatisfeito quando aquilo que ele espera que o outro faça para ele não
foi feito. O egoísta, ao contrário, simplesmente vai lá e faz. FONTE: FABRICIO MOTA