sexta-feira, 29 de março de 2013

SERENDIPIDADE. VOCÊ SABE O QUE É ISSO?



SERENDIPIDADE. VOCÊ SABE O QUE É ISSO? 

Que palavra enorme. Talvez nem todo mundo tenha ouvido falar, mas com certeza já experimentaram esse fenômeno...
Quem nunca se deparou com um imprevisto, alguém ou uma informação nova no meio de um caminho que aparentemente tinha outro objetivo? Você se propõe navegar pela internet e pesquisar sobre um determinado assunto, e entre links, blogs, anúncios, eis que surge uma imagem que lhe chama a atenção e ao desviar rapidamente do seu curso original você descobre um blog de um pintor por quem você se encanta e percebe que a obra dele de alguma forma complementa a sua pesquisa e que você nunca teria pensado em ir por aquele caminho, não fosse o acaso...
É disso que se trata a serendipidade: uma sequência de felizes acasos. Mais do que isso, estar aberto e aprender com essas interferências, compreender que ao nos focarmos em um objetivos acabamos por ‘atrair’ situações que estejam na mesma sintonia.

A palavra vem de Serendip nome inglês para o antigo Ceilão (Sri Lanka) e deriva da lenda dos reis que foram em busca desse país e no caminho foram encontrando por acaso coisas muito interessantes que não estavam procurando.

Por que seria essa uma boa palavra? Exatamente porque fala de um fenômeno muito comum - o acaso feliz que costuma acontecer a quem age. Se a pessoa está fechada dentro de casa, ruminando algum problema qualquer ou vendo algo inútil na TV, é provável que não surja nenhuma dádiva da vida a bater na sua porta, mas, se sai em busca de alguma coisa, aí há mais chance de deparar-se com algo diferente e bom. Lógico que um pessimista vai dizer que ao agir a pessoa expõe-se ao risco - do assalto, do acidente de trânsito - e isso é rigorosamente verdade, mas, o que é viver? E como encontrar as coisas boas tendo medo de viver?

"Chamando" a serendipidade:

• Se está desempregado, trabalhe 8 horas por dia buscando emprego - amigos, contatos, visitas, reuniões, telefonemas (esse é um jeito de ir sem ir);
• Se é autônomo, se o serviço está pouco saia à cata dele - proponha coisas para o maior número de pessoas possível;
• Se está querendo melhorar algo, circule, discuta, visite, vá à feira;
• Se está buscando novas idéias e motivações, mexa-se e algo pode aparecer na próxima esquina.

Fonte: José Antônio Rosa/  professor de pós-graduação em Administração no Instituto Nacional de Pós-Graduação, jornalista, editor e consultor da Manager Assessoria em Recursos Humanos Que palavra enorme. Talvez nem todo mundo tenha ouvido falar, mas com certeza já experimentaram esse fenômeno...
Quem nunca se deparou com um imprevisto, alguém ou uma informação nova no meio de um caminho que aparentemente tinha outro objetivo? Você se propõe navegar pela internet e pesquisar sobre um determinado assunto, e entre links, blogs, anúncios, eis que surge uma imagem que lhe chama a atenção e ao desviar rapidamente do seu curso original você descobre um blog de um pintor por quem você se encanta e percebe que a obra dele de alguma forma complementa a sua pesquisa e que você nunca teria pensado em ir por aquele caminho, não fosse o acaso...
É disso que se trata a serendipidade: uma sequência de felizes acasos. Mais do que isso, estar aberto e aprender com essas interferências, compreender que ao nos focarmos em um objetivos acabamos por ‘atrair’ situações que estejam na mesma sintonia.

A palavra vem de Serendip nome inglês para o antigo Ceilão (Sri Lanka) e deriva da lenda dos reis que foram em busca desse país e no caminho foram encontrando por acaso coisas muito interessantes que não estavam procurando.

Por que seria essa uma boa palavra? Exatamente porque fala de um fenômeno muito comum - o acaso feliz que costuma acontecer a quem age. Se a pessoa está fechada dentro de casa, ruminando algum problema qualquer ou vendo algo inútil na TV, é provável que não surja nenhuma dádiva da vida a bater na sua porta, mas, se sai em busca de alguma coisa, aí há mais chance de deparar-se com algo diferente e bom. Lógico que um pessimista vai dizer que ao agir a pessoa expõe-se ao risco - do assalto, do acidente de trânsito - e isso é rigorosamente verdade, mas, o que é viver? E como encontrar as coisas boas tendo medo de viver?

"Chamando" a serendipidade:

• Se está desempregado, trabalhe 8 horas por dia buscando emprego - amigos, contatos, visitas, reuniões, telefonemas (esse é um jeito de ir sem ir);
• Se é autônomo, se o serviço está pouco saia à cata dele - proponha coisas para o maior número de pessoas possível;
• Se está querendo melhorar algo, circule, discuta, visite, vá à feira;
• Se está buscando novas idéias e motivações, mexa-se e algo pode aparecer na próxima esquina.

Fonte: José Antônio Rosa/ professor de pós-graduação em Administração no Instituto Nacional de Pós-Graduação, jornalista, editor e consultor da Manager Assessoria em Recursos Humanos

domingo, 17 de março de 2013

Isso é tema para um caloroso debate!


PELOS DIREITOS DOS MENINOS 

Que nenhum menino seja coagido pelo pai a ter a primeira relação sexual da vida dele com uma prostituta (isso ainda acontece muito nos interiores do Brasil!)

Que nenhum menino seja exposto à pornografia precocemente para estimular sua “macheza” quando o que ele quer ver é só desenho animado infantil (isso acontece em todo lugar!) 

Que ele possa aprender a dançar livremente, sem que lhe digam que isso é coisa de menina

Que ele possa chorar quando se sentir emocionado, e que não lhe digam que isso é coisa de menina

Que não lhe ensinem a ser cavalheiro, mas educado e solidário, com meninas e com os outros meninos também 

Que ele aprenda a não se sentir inferior quando uma menina for melhor que ele em alguma habilidade específica – já que ele entende que homens e mulheres são igualmente capazes intelectualmente e não é vergonha nenhuma perder para uma menina em alguma coisa

Que ele aprenda a cozinhar, lavar prato, limpar o chão para quando tiver sua casa poder dividir as tarefas com sua mulher – e também ensinar isso aos seus filhos e filhas

Na adolescência, que não lhe estimulem a ser agressivo na paquera, a puxar as meninas pelo braço ou cabelos nas boates, ou a falar obscenidades no ouvido de uma garota só porque ela está de minisaia  

Que ele não tenha que transar com qualquer mulher que queira transar com ele, que se sinta livre para negar quando não estiver a fim – sem pressão dos amigos

Que ele possa sonhar com casar e ser pai, sem ser criticado por isso. E, quando adulto, que possa decidir com sua mulher quem é que vai ficar mais tempo em casa – sem a prerrogativa de que ele é obrigado a prover o sustento e ela é que tem que cuidar da cria 

Que, ao longo do seu crescimento, se ele perceber que ama meninos e não meninas, que ele sinta confiança na mãe – e também no pai! – para falar com eles sobre isso e ser compreendido 

Que todo menino seja educado para ser um cara legal, um ser humano livre e com profundo respeito pelos outros. E não um machão insensível! Acredito que se todos os meninos forem criados assim eles se tornarão homens mais felizes. E as mulheres também serão mais felizes ao lado de homens assim. E o mundo inteiro será mais feliz. 

O machismo não faz mal só às mulheres, mas aos homens também, à humanidade toda. 

Meu ativismo político é a favor da alegria. Só isso.

texto: Sílvia Amélia de Araujo 
imagem: filme Meninos de Kichute
PELOS DIREITOS DOS MENINOS

Que nenhum menino seja coagido pelo pai a ter a primeira relação sexual da vida dele com uma prostituta (isso ainda acontece muito nos interiores do Brasil!)

Que nenhum menino seja exposto à pornografia precocemente para estimular sua “macheza” quando o que ele quer ver é só desenho animado infantil (isso acontece em todo lugar!)

Que ele possa aprender a dançar livremente, sem que lhe digam que isso é coisa de menina

Que ele possa chorar quando se sentir emocionado, e que não lhe digam que isso é coisa de menina

Que não lhe ensinem a ser cavalheiro, mas educado e solidário, com meninas e com os outros meninos também

Que ele aprenda a não se sentir inferior quando uma menina for melhor que ele em alguma habilidade específica – já que ele entende que homens e mulheres são igualmente capazes intelectualmente e não é vergonha nenhuma perder para uma menina em alguma coisa

Que ele aprenda a cozinhar, lavar prato, limpar o chão para quando tiver sua casa poder dividir as tarefas com sua mulher – e também ensinar isso aos seus filhos e filhas

Na adolescência, que não lhe estimulem a ser agressivo na paquera, a puxar as meninas pelo braço ou cabelos nas boates, ou a falar obscenidades no ouvido de uma garota só porque ela está de minisaia

Que ele não tenha que transar com qualquer mulher que queira transar com ele, que se sinta livre para negar quando não estiver a fim – sem pressão dos amigos

Que ele possa sonhar com casar e ser pai, sem ser criticado por isso. E, quando adulto, que possa decidir com sua mulher quem é que vai ficar mais tempo em casa – sem a prerrogativa de que ele é obrigado a prover o sustento e ela é que tem que cuidar da cria

Que, ao longo do seu crescimento, se ele perceber que ama meninos e não meninas, que ele sinta confiança na mãe – e também no pai! – para falar com eles sobre isso e ser compreendido

Que todo menino seja educado para ser um cara legal, um ser humano livre e com profundo respeito pelos outros. E não um machão insensível! Acredito que se todos os meninos forem criados assim eles se tornarão homens mais felizes. E as mulheres também serão mais felizes ao lado de homens assim. E o mundo inteiro será mais feliz.

O machismo não faz mal só às mulheres, mas aos homens também, à humanidade toda.

Meu ativismo político é a favor da alegria. Só isso.

texto: Sílvia Amélia de Araujo
imagem: filme Meninos de Kichute

sábado, 16 de março de 2013

SUBMETER-SE A UM HOMEM MANDÃO PODE SE TORNAR VÍCIO


Para agradar? Por medo de falar sobre suas vontades? Para convencê-lo de que ele finalmente encontrou a alma gêmea que gosta das mesmas coisas que ele gosta? Por preguiça de negociar com
seu amado ou medo de desmistificá-lo?
Bem, seja qual for o motivo, seus desejos ficaram escondidos durante a fase da conquista e agora você quer resgatá-los?

Pois é... muitas vezes submeter-se ao desejo do outro acaba se tornando um vicio. Primeiro porque é menos complicado ceder do que lutar. Segundo porque fornece uma recompensa imediata: a felicidade do outro. Mas, será que vale a pena?

Depende. Algumas pessoas têm seus desejos muito bem definidos e lutam bravamente por eles. Outras, não sabem exatamente o que querem, ou têm desejos mais difusos. São aquelas para as quais "tanto faz". De verdade. Esses posicionamentos com relação ao desejo, quando conscientes, não transformam as pessoas em melhores ou piores. Apenas as diferenciam. Caminhar decididamente na direção do desejo ou encontrá-lo no meio do caminho não determina seu valor. Essas duas posturas podem, inclusive, coexistir. O problema é quando a pessoa não se conhece o suficiente e vê o outro como o responsável pela determinação ou repressão de suas vontades.

Se você, após refletir sobre tudo isso, chegar à conclusão que quer resgatar suas vontades, não se desespere! Sempre existe um jeito. Comece propondo alguma coisa que você quer, diferente daquelas que já geraram conflito, e tente não desistir dela frente à primeira negativa. Negocie, argumente, lute ou use aquela postura básica de "cada vez um". É claro que esse novo posicionamento será desconfortável, pelo menos no início, e gerará algum risco de desistência de sua parte ou da dele.

Mas, caso a relação sobreviva poderá adquirir mais solidez. Caso você ache tudo isso muito complicado, existe a possibilidade de você deixar seu parceiro pilotar a relação de acordo com as vontades dele, e você tentar exercitar suas próprias vontades quando estiver sozinha, ou com pessoas que querem, ou gostam das mesmas coisas que você gosta. Muita gente vive assim. 


Fonte: gazeta digital/ Anette Lewin,

 http://www.facebook.com/photo.php?fbid=506896896023514&set=a.433326640047207.98284.430527916993746&type=1&theater

O QUE É CO-DEPENDÊNCIA

O marido que cerceia o crescimento profissional da mulher. A mãe que faz o impossível para o filho não sair de casa. O chefe que não permite ao empregado crescer dentro da empresa. A namorada que exige do parceiro 24 horas de dedicação incontestável e absoluta. A esposa que prefere deixar o marido alcoólatra beber em casa a ir ao bar. O avô que paga ao traficante as dívidas do neto. São exemplos genéricos, mas clássicos, de como a co-dependência --depender da dependência do outro em relação a si mesmo-- está tão profundamente enraizada no convívio social e familiar.

Originalmente, o termo co-alcoólatra foi designado para caracterizar as mulheres de alcoólatras, que, na década de 70, passaram a fazer reuniões paralelas às que seus maridos freqüentavam no AA (Alcoólicos Anônimos). Nesses grupos, elas perceberam possuir um denominador comum: toda a sua vida familiar girava em torno do dependente.

Uma pesquisa constatou que 97% das mulheres de alcoólatras preenchem o diagnóstico de co-dependência e possuem algum distúrbio de ansiedade (síndrome do pânico, fobia social). De acordo com Sergio Nicastri, coordenador do Programa Álcool e Drogas do hospital Albert Einstein, temendo perder o controle do sujeito subordinado, o co-dependente chega até a comprar ou pagar o vício do dependente. "Por isso existe a necessidade de tratar tanto o alcoólatra como a sua família", explica.

Para a psicanalista Lygia Vampré Humberg, a co-dependência deve ser encarada como uma doença crônica --assim como diabetes e hipertensão. "Portanto exige contínua vigilância" São nos grupos de auto-ajuda, como o Coda (Co-dependentes Anônimos) e o Mada, que os freqüentadores se descobrem controladores compulsivos e percebem que o que procuram são relacionamentos sofridos.

Sob o lema "Aprender a desenvolver relacionamentos saudáveis", os Co-dependentes Anônimos seguem a mesma cartilha do AA: viver um dia de cada vez sob alguns "mandamentos", como --e principalmente-- colocar-se em primeiro plano. Sempre.

Folha de São Paulo/ ANA PAULA DE OLIVEIRA

Viciadas em viciados

Companheiras de dependentes químicos podem apresentar transtornos semelhantes às doenças de seus parceiros
Na posição de espectadoras da dependência, estas mulheres, moças e senhoras, percebem que são prisioneiras de um transtorno tão exigente e avassalador como a doença de seus parceiros. “Por isso, é tão importante que o acompanhamento psicológico seja estendido à família do dependente.
Como identificar a co-dependência:
As perguntas a seguir servem para identificar possíveis padrões de codependência, definidos pelo Codependentes Anônimos do Brasil (Coda), Se você apresenta pelo menos dois deles, procure ajuda para conversar sobre isso.
• Você se sente responsável por outra pessoa? Pelos sentimentos, pensamentos, necessidades, ações, escolhas, vontades, bem-estar e destino dela?
• Você sente ansiedade, pena e culpa quando outras pessoas têm problemas?
• Você se flagra constantemente dizendo "sim" quando quer dizer "não"?
• Você vive tentando agradar os outros em vez de agradar a si?
• Você vive tentando provar aos outros que é bom o suficiente? Você tem medo de errar?
• Você vive buscando desesperadamente amor e aprovação? Você se sente inadequado?
• Você tolera abuso para não perder o amor de outras pessoas?
• Você sente vergonha da sua própria vida?
• Você tem a tendência de repetir relacionamentos destrutivos?
• Você se sente aprisionado em um relacionamento? Você tem medo de ficar só?
• Você tem medo de expressar suas emoções de maneira aberta, honesta e apropriada?
• Você acredita que se assim o fizer ninguém vai amá-lo?
• O que você sente sobre mudar o seu comportamento? O que impede-lhe de mudar?
• Você ignora os seus problemas ou finge que as circunstâncias não são tão ruins?
• Você vive ajudando as pessoas a viverem? Acredita que elas não sabem viver sem você?
• Tenta controlar eventos, situações e pessoas por meio de culpa, coação, ameaça, manipulação e conselhos, assegurando assim que as coisas aconteçam da maneira que você acha correta?
• Você procura manter-se ocupado para não entrar em contato com a realidade?
• Você sente que precisa fazer alguma coisa para sentir-se aceito e amado pelos outros?
• Você tem dificuldade de identificar o que sente? Tem medo de entrar em contato com seus sentimentos como raiva, solidão e vergonha
Onde procurar ajuda
Codependentes Anônimos do Brasil

Amor exigente
www.codependencia.com.br
Fonte: Fernanda Aranda, iG São Paulo

PARADOXOS FEMININOS / O QUE QUER UMA MULHER?

O que quer uma mulher?” Isso foi questionado por Freud a uma de suas pacientes e até hoje permanece sem resposta. Um estudo realizado pela Wharton School da University of Pennsylvania sob o título “The paradox of Declining Female Happiness”, mostra um declínio constante no grau de felicidade de mulheres entrevistadas nos últimos 35 anos. E para que os europeus não reclamem dizendo que isso é coisa de americano, o mesmo resultado apresenta o instituto Eurobarometer para as mulheres do velho continente.
A pergunta de Freud não é fácil de ser respondida. A emancipação feminina conquistou o respeito, o mercado de trabalho, a liberdade de decidir sobre a maternidade, a maioria nas universidades, uma vida mais saudável, a longevidade, mas ainda se debate com o conflito casa/família-trabalho.
Um dos fatores apontados pelos cientistas para essa insatisfação é que as mulheres ainda não encontraram um meio termo entre os afazeres domésticos e a carreira profissional. Elas impõe suas metas de carreira e salário baseando-se nos standarts masculinos ao invés de confrontarem-se com outras mulheres . Enquanto elas afirmam-se no mercado de trabalho, tomando para si cada vez mais responsabilidade, os homens modernos, consequentemente, trabalham menos e desfrutam o seu tempo livre fazendo nada, relaxando ou cuidando de si.
O psicólogo Daniel Kahneman, ganhador de um premio Nobel pelo seu trabalho sobre o segredos do déficit de felicidade, está na pista de descobrir a causa desse sentimento entre as mulheres. Ele entrevistou 909 mulheres que trabalham fora, e o resultado desse estudo foi que as mulheres demonstraram um maior grau de felicidade e satisfação em atividades como ir às compras, preparar refeições, cuidar das crianças e trabalhos domésticos. A atividade remunerada ficou em penúltimo lugar, logo antes da possibilidade de estar completamente fora do mercado de trabalho. Uma volta à vida doméstica tampouco foi a solução aprovada pelas entrevistadas. O que se pode concluir das entrelinhas desses estudos é que a política e o mundo do trabalho ainda não encontraram um caminho para balancear a relação maternidade/família e carreira profissional.
A discussão acaba sempre girando em torno da busca de alternativas para quem vai cuidar das crianças. As mulheres do estudo do Sr. Kahnemans não se encaixam nas teorias feministas. Na prática, elas prefeririam passar o seu tempo com seus filhos que com seus colegas de trabalho. O artigo termina citando a filósofa feminista Simone de Beauvoir que afirmava que não se pode deixar às mulheres a livre escolha entre o trabalho e a criação dos filhos, pois muitas delas optariam pela segunda. O certo é que o tema estará sempre aberto a novas discussões.
Fonte: Larissa d’Ávila da Costa
 http://www.facebook.com/photo.php?fbid=506955496017654&set=a.433326640047207.98284.430527916993746&type=1&theater
 

sexta-feira, 15 de março de 2013


Seja um voluntário!


Vida... simplismente assim!


É DIFÍCIL PEDIR DESCULPAS?

É DIFÍCIL PEDIR DESCULPAS?
Uma queixa constante entre casais é o fato de depois de uma briga, um dos lados nunca ceder e sempre esperar que o outro peça desculpas ou se aproxime. Normalmente, a grande maioria responsável pelo “bico doce” é a mulher… mas isso não quer dizer que também não existam homens que usam o seu charminho para não dar o primeiro passo.
Não estou me referindo às brigas sérias ou contratempos que causam uma separação, mas àqueles pequenos conflitos que cercam a convivência de um casal e que, vez ou outra, acabam por desencadear uma briguinha boba.
As mulheres se defendem afirmando serem mais sensíveis e que os homens não têm muito “tato” em uma discussão, ofendendo mais que o permitido… os homens alegam que as mulheres fazem tempestades em copos d´agua e que sempre querem ter razão. 
Se você é alguém que sempre quer ter razão e nunca dá o primeiro passo para pedir desculpas depois de uma briga, é bom começar a ser mais humilde e perceber que ninguém está sempre totalmente errado ou certo. Não importa quem errou, importa é que os dois percebam o quanto esse erro influenciou na relação e que tenham uma preocupação conjunta em tentar não repeti-lo.
Qual a importância de ter sempre razão? Obviamente, é muito bom quando podemos estar coerentes e tranqüilos com os nossos atos, mas o erro é tão possível quanto o acerto.
Pedir desculpas, dar o primeiro passo depois de uma discussão, reconhecer que errou ou simplesmente sorrir e abraçar, são atitudes que nos tornam imensamente maiores e melhores do que dar as costas e esperar que o outro venha.
Fonte: Liz Passos
Uma queixa constante entre casais é o fato de depois de uma briga, um dos lados nunca ceder e sempre esperar que o outro peça desculpas ou se aproxime. Normalmente, a grande maioria responsável pelo “bico doce” é a mulher… mas isso não quer dizer que também não existam homens que usam o seu charminho para não dar o primeiro passo.

Não estou me referindo às brigas sérias ou contratempos que causam uma separação, mas àqueles pequenos conflitos que cercam a convivência de um casal e que, vez ou outra, acabam por desencadear uma briguinha boba.

As mulheres se defendem afirmando serem mais sensíveis e que os homens não têm muito “tato” em uma discussão, ofendendo mais que o permitido… os homens alegam que as mulheres fazem tempestades em copos d´agua e que sempre querem ter razão.

Se você é alguém que sempre quer ter razão e nunca dá o primeiro passo para pedir desculpas depois de uma briga, é bom começar a ser mais humilde e perceber que ninguém está sempre totalmente errado ou certo. Não importa quem errou, importa é que os dois percebam o quanto esse erro influenciou na relação e que tenham uma preocupação conjunta em tentar não repeti-lo.

Qual a importância de ter sempre razão? Obviamente, é muito bom quando podemos estar coerentes e tranqüilos com os nossos atos, mas o erro é tão possível quanto o acerto.

Pedir desculpas, dar o primeiro passo depois de uma discussão, reconhecer que errou ou simplesmente sorrir e abraçar, são atitudes que nos tornam imensamente maiores e melhores do que dar as costas e esperar que o outro venha.
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Fonte: Liz Passos
 

terça-feira, 12 de março de 2013

OBESIDADE INFANTIL E NA ADOLESCÊNCIA


A obesidade não é mais apenas um problema estético, que incomoda por causa da “zoação” dos colegas. O excesso de peso pode provocar o surgimento de vários problemas de saúde como diabetes, problemas cardíacos e a má formação do esqueleto. Cerca de 15% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem de problemas de obesidade, e oito em cada dez adolescentes continuam obesos na fase adulta.
As crianças em geral ganham peso com facilidade devido a fatores tais como: hábitos alimentares errados, inclinação genética, estilo de vida sedentário, distúrbios psicológicos, problemas na convivência familiar entre outros.
As pessoas dizem que crianças obesas ingerem grande quantidade de comida. Esta afirmativa nem sempre é verdadeira, pois em geral as crianças obesas usam alimentos de alto valor calórico que não precisa ser em grande quantidade para causar o aumento de peso. Como exemplo, podemos citar os famosos sanduíches (hambúrguer, misto-quente, cheesburguer etc.) que as mamães adoram preparar para o lanche dos seus filhos, as batatas fritas, os bife passados na manteiga são os verdadeiros vilãs da alimentação infantil.
A vida sedentária facilitada pelos avanços tecnológicos (computadores, televisão, videogames, etc.), faz com que as crianças não precisem se esforçar fisicamente a nada. Isto é um fator preocupante para o desenvolvimento da obesidade.
Além disso, a ansiedade também afeta os jovens, por exemplo, por preocupações em semanas de prova na escola ou pela tensão do vestibular, entre outros. A ansiedade os faz comer mais. Psiquiatras afirmam que por trás de um obeso sempre poderá existir um problema psicológico, agravando-se devido a nossa cultura onde a sociedade exclui os gordinhos de várias brincadeiras devido a sua situação. Isso só leva a criança ou adolescente a piorar porque quase sempre são tímidas e sentem-se envergonhadas, acabam se isolando e fazendo da alimentação uma “fuga” da realidade, isto é, quanto mais rejeitado, mais ansiosos mais comem.
A obesidade pode ainda ter correlação com variações hormonais tais como: excesso de insulina; deficiência do hormônio de crescimento; excesso de hidrocortizona, os estrógenos etc e com fatores genéticos. Algumas pesquisas já revelaram que se um dos pais é obeso, o filho tem 50% de chances de se tornar gordinho, e se os dois pais estão acima do peso, o risco aumenta para 100%. A criança que tem pais obesos corre o risco de se tornar obesa também porque a obesidade pode ser adquirida geneticamente.
obesidade é um problema grave e deve ser encarado com cuidado. Se você está ou conhece alguém que esteja acima do peso, deve procurar ajuda médica, pois as causas da obesidade podem ter diversas origens desde hábitos irregulares até fatores genéticos e hormonais. Quanto mais cedo for tratado, maiores são as chances de cura. Mas não se esqueça que o mais importante é estarmos de bem com nós mesmos. Ter um corpo legal depende do equilíbrio emocional e uma mente consciente.
 

Fonte: Ivana Silva e Cássia Nunes
 http://www.facebook.com/photo.php?fbid=505295392850331&set=a.433326640047207.98284.430527916993746&type=1&theater