segunda-feira, 10 de março de 2014

Brincadeiras para Educação infantil

A educadora Dalila Jucá, coordenadora pedagógica do CEI Almerinda de Albuquerque, em Fortaleza, escreveu dois livros com sugestões de jogos para brincar com os alunos da creche e da pré-escola. Tudo pode ser feito sem muitos recursos e em espaços pequenos. Para nenhuma criança ficar de fora da diversão. A seguir, você confere as regras de 10 brincadeiras.

Cauda do Dragão
Material necessário 
Nenhum.

Desenvolvimento
Todos os participantes ficam em pé, em uma fila indiana com as mãos na cintura um do outro, formando um dragão. O primeiro integrante da fila, representando a cabeça do dragão, terá como objetivo pegar o último da fila, que representará a cauda. Ao sinal do educador, o "dragão" passará a se movimentar, correndo moderadamente, sob o comando da cabeça que tentará pegar a cauda. Esta, por sua vez, fará movimentos no sentido de evitar que isso aconteça. A brincadeira continuará enquanto durar o interesse das crianças.

O feiticeiro e as estátuas
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
Os participantes ficam de pé, dispersos em uma área delimitada para a brincadeira. Um voluntário será o "feiticeiro" que perseguirá os demais. Ao sinal do educador, inicia-se a perseguição, e aquele que for tocado ficará "enfeitiçado": imóvel com as pernas afastadas, representando uma "estátua". Os outros companheiros poderão passar por baixo das pernas das "estátuas", salvando-as do "feitiço". Depois de algum tempo, o "feiticeiro" deverá ser substituído. O jogo prosseguirá enquanto houver interesse do grupo.
Biscoitinho queimado
Material necessário
Um brinquedo.
Desenvolvimento
O educador esconde um brinquedo qualquer (o "biscoitinho queimado"), enquanto os participantes estão de olhos fechados. Depois grita: "Biscoitinho queimado!", e os outros têm que tentar encontrá-lo. Quando uma criança chega perto do "biscoitinho queimado", o educador grita seu nome e fala: "Está quente!". Se estiver longe, ele grita "Está frio!". Quem encontrar o brinquedo primeiro ganha.
O carteiro
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
Os participantes ficam sentados em círculo. O educador inicia falando: "O carteiro mandou uma carta... (suspense) só pra quem está usando camiseta branca!". Todos que estiverem de camiseta branca trocam de lugar, mas não podem ir para o lugar ao lado. Quem não consegue trocar rapidamente de lugar, fica fora da brincadeira. A brincadeira prossegue com comandos variados: só pra quem estiver de cabelo solto, de cabelo preso, de anel, de relógio, de rosa, de azul... A brincadeira prossegue com a mudança do carteiro.
Colher corrente
Material necessário
Colheres de sobremesa e caramelos.
Desenvolvimento
As crianças formam duas filas com número igual de pessoas. Elas ficam sentadas frente a frente, cada uma com uma colher de sobremesa. O primeiro da fila recebe na sua colher, presa com o cabo na boca, um caramelo, que deverá passar para a colher do vizinho. A brincadeira começa e, sob uma ordem dada pelo educador, cada um deverá passar o caramelo, com a colher na boca, para a colher do vizinho, sem ajuda das mãos, que devem ficar cruzadas nas costas. Toda vez que o caramelo cair, a criança pode recolhê-lo com a mão e continuar a brincadeira. Ganha a fileira que primeiro conseguir passar o seu caramelo de colher para colher até o final.
Boizinho
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
As crianças formam uma roda, segurando com bastante força as mãos umas das outras. No meio da roda deve ficar uma das crianças, que vai ser o "boizinho". O "boizinho" deve pegar o braço das crianças da roda e ir perguntando: "De quem é essa mão?" A criança deve responder falando o nome de uma fruta ou um objeto, tentando distrair os participantes. Depois de fazer a pergunta a todos, o "boizinho" deve tentar romper a roda em algum ponto e fugir. Quando foge, os outros devem tentar capturá-lo. Quem conseguir é o próximo "boizinho".
Tesouro perdido
Material necessário
Saquinho com balas.
Desenvolvimento
Uma criança deve ser o pirata, que vai esconder o tesouro. O tesouro é um brinde (balas, por exemplo), colocado dentro de um saquinho. Depois que o pirata esconde o tesouro, ele diz: "Vamos ajudar o pirata trapalhão?". É a senha para que as outras crianças comecem a procurar. Elas têm cinco minutos para encontrá-lo. Se não conseguirem, o pirata dá algumas pistas de onde o escondeu. Quando o tesouro é encontrado, a criança que o achou deve escondê-lo novamente. A cada rodada, novos objetos podem ser colocados no saquinho. Quem acha o tesouro pode ficar com ele ou dividir com o pirata e os outros participantes.
A queda do chapéu
Material necessário
Um chapéu.
Desenvolvimento
Os participantes são organizados em círculo. Cada um recebe um número. O educador se coloca no centro do círculo, segurando um chapéu. Inicia a brincadeira atirando o chapéu para o alto e chamando um número. O participante chamado deve correr e pegar o chapéu antes que ele caia no chão. Se o chapéu cair no chão, o jogador sai da brincadeira e o educador continua no centro. Se o jogador conseguir pegar o chapéu, vai para o centro do círculo e continua a brincadeira.
Apanhador de batatas
Material
Jornais e revistas, dois cestos de boca larga.
Desenvolvimento
Os participantes devem amassar várias folhas de jornal e revistas (serão as "batatas"). O educador deve distribuir as "batatas" em vários lugares. A um sinal do educador, os participantes, divididos em duas equipes, devem apanhar as "batatas" e colocá-las no cesto destinado ao seu grupo. Vence a equipe que apanhar o maior número de "batatas".
Patins engraçados
Material necessário
Várias caixas de sapato sem a tampa, fita adesiva colorida.
Desenvolvimento
As crianças ficam uma ao lado da outra na sala ou no pátio. Demarque com a fita adesiva a saída e a chegada. Distribua duas caixas de sapato para cada criança (serão os patins). Ao sinal do educador, as crianças deverão escorregar até a linha de chegada.
Recomendo o curso de Animação e Recreação: CLIQUE AQUI
Fonte: Nova Escola

SE A GRAMA DO VIZINHO SEMPRE É MAIS VERDE, O PROBLEMA ESTÁ EM VOCÊ



Por Marina Oliveira e Rita Trevisan

Comparar-se com outras pessoas é natural. Sabe aquela história famosa que diz que a grama do vizinho sempre parece mais verde? É um exemplo disso. Ou seja, há uma pessoa, ou mais de uma, que você acredita ter um emprego melhor que o seu ou um casamento mais feliz, filhos mais comportados, amigos mais divertidos.

"Procuramos critérios para julgar o certo e o errado e, para isso, é normal buscar referências. E uma referência concreta é o outro, seja ele próximo ou não", explica Natércia Tiba, psicóloga pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).
Na atual sociedade tecnológica, as comparações são ainda mais frequentes. As redes sociais são um terreno fértil para as comparações. "As pessoas não têm ideia de como apresentar resultados positivos sobre sua vida pessoal pode atingir outros", afirma o psicólogo João Oliveira, autor do livro "Mente Humana" (Wak Editora).

Comparar tem o lado bom e o ruim. Comparações positivas são aquelas feitas entre situações similares, considerando a individualidade de cada pessoa e o contexto. "Pode ser muito bom quando enxergamos no outro um parâmetro a ser seguido, levando-nos a uma autoanálise", diz Oliveira.

Por outro lado, uma comparação desigual pode abalar a autoestima e levar a falsas ilusões. "Por exemplo, ao comparar a vida de uma celebridade com a própria, as pessoas se esquecem de ponderar a trajetória individual. Qual o percurso daquela pessoa, do que ela abdicou e quais consequências assume por levar aquele estilo de vida", declara Natércia.

A vida do outro sempre vai parecer melhor do que a própria quando você se limita a enxergá-la de um ponto de vista. Ver o outro de apenas um ângulo o impede de identificar os pontos negativos e os defeitos que toda pessoa e situação carregam.
"Quando você deixa de analisar a vida alheia como um todo, cria uma situação fantasiosa e cai na frustração por se achar incapaz de realizar tal feito", diz o psicólogo Alexandre Bez, autor do livro "Inveja - O Inimigo Oculto" (Juruá Editora).

A INVEJA DE CADA UM
Olhar para a vida do outro e querer o que ele tem, a qualquer custo, não por desejo próprio, mas por sentir-se inferiorizado, tem outro nome: inveja. O sentimento é comum entre amigos, familiares e até casais, já que, segundo João Oliveira, a proximidade permite uma comparação maior entre as pessoas.

"Sentir inveja significa não ver as próprias qualidades por estar concentrado mais nos resultados alheios do que em seus atributos pessoais. A inveja surge quando o sujeito acredita na sua falta de condições para alcançar um objetivo", diz o psicólogo.

Para o especialista, o outro pode servir como modelo a ser alcançado, mas desejar viver a vida dele significa desprezar as próprias conquistas e realizações. A inveja é um sentimento humano que se torna prejudicial quando não controlada. Nesse caso, pode crescer e se transformar em raiva direcionada àquele que tem o que se cobiça.

"Na impossibilidade de ver suas próprias aptidões e, com a tristeza instalada, o sujeito se torna agressivo e tenta justificar o sucesso alcançado pelo outro de forma pejorativa. Isso se amplia e começa a destruir a saúde física e mental do invejoso", explica Oliveira.
A inveja também pode ser uma armadilha, de acordo com Natércia. "Mobilizado por aquilo que o outro conquistou, a pessoa se concentra em conquistar o mesmo, mas, ao conseguir, pode não se sentir feliz, porque aquele não era um desejo pessoal real", afirma.

Por isso, sabendo que tanto a simples comparação quanto a inveja são naturais do ser humano, é preciso estabelecer limites em nome da felicidade. Ao perceber que as conquistas do outro não lhe deixam valorizar os próprios passos e características, pare e repense.

"Uma dica é listar os sonhos e objetivos de vida. E antes de desejar algo do outro, reflita se aquilo o aproxima ou afasta das metas traçadas. Sem se esquecer de pensar a longo prazo", diz Natércia. Por fim, enxergue a conquista do outro como um sinal: se ele conseguiu, você também pode. "Todos podemos traçar um plano e nos organizarmos para realizar desejos. Afinal, a conquista do outro não impede a nossa", diz a psicóloga.

 https://www.facebook.com/orgone.psicologia/posts/662238300489372:0

sábado, 18 de janeiro de 2014

Alunos querem matemática - Marina Kuzuyabu

iStockphoto
Apesar do desempenho ainda insatisfatório no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês) 2012, a maioria dos jovens brasileiros (73%) se interessa pelos temas estudados em matemática. A média dos países participantes para essa pergunta é de 53%. Fica, então, a dúvida: a escola está sabendo como canalizar esta motivação? "O suposto interesse não parece lastreado por condições de ensino e estudo adequadas", aponta à Educação Nilson José Machado, professor titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Machado menciona o "suposto" interesse porque acredita que há também muita curiosidade em torno da matéria, o que ele distingue de um "interesse genuíno".
André Portela Souza, coordenador da Escola de Economia de São Paulo (EESP) da Fundação Getulio Vargas (FGV), avalia que uma parte do problema está no fato de o ensino da disciplina, de maneira geral, ser muito conteudista, voltado para a prática de exercícios e a memorização de fórmulas, o que poderia impactar negativamente a motivação dos jovens. Segundo Andreas Schleicher, secretário-geral da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico
(OCDE), os países com melhores resultados de matemática no Pisa são aqueles que mais trabalham com a compreensão de conceitos.
A despeito do interesse, os brasileiros se mostraram pouco confiantes com seu desempenho: 59,5% acham que, estudando ou não, suas notas serão sempre ruins em matemática. "Isso é uma ducha fria de realidade dissolvendo um sonho sem fundamentação suficiente", diz Machado. Esse dado se relaciona com o senso de responsabilidade sobre o fracasso escolar. De acordo com Schleicher, os brasileiros tendem a atribuir o mau desempenho na matéria à falta de sorte, aos professores, que, segundo eles, não ensinam com clareza ou não motivam, à falta de capacidade e uma série de outros motivos. O comportamento é diferente entre os chineses, que, pelo contrário, tendem a assumir a 'culpa' pelos eventuais fracassos.
A atitude é analisada pelo economista da FGV como uma internalização, pelo aluno, de situações que ele vivencia na escola. "Quando ele vê que nada muda em sua escola, que não há progresso, ele internaliza isso, essa falta de expectativas", diz. "Mas essa atitude de não acreditar no sucesso pode ser mudada se provocarmos mudanças e mostrarmos como elas podem ser alcançadas", acrescenta.
No Brasil, a prova do Pisa foi aplicada em 2012 a 19.877 estudantes de 837 escolas. No mundo todo, 510 mil alunos participaram da amostragem. Na lista de 65 países, os brasileiros ficaram na 58ª posição em Matemática, 53ª em Português e 59ª em Ciências. A novidade desta edição ficou por conta da melhoria da performance dos estudantes em matemática. Os brasileiros foram os que mais evoluíram na disciplina entre 2003 e 2012. De 356 pontos, eles alcançaram 391 pontos em um total de mil. Considerando que o país saiu de um resultado ruim - a média em 2003 era de 383 pontos -, o fato não foi comemorado, exceto pelo ministro da Educação. "Isso torna nossa luta pela melhoria uma caminhada eterna. Daqui a 150 anos, a continuar no mesmo ritmo de melhoria, chegaremos perto dos países com bom desempenho", lamentou Machado.


http://hom2.gerenciadordeconteudo.com.br/produtos/ESRE/textos/201/alunos-querem-matematica-304136-1.asp

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Como está sua cabeça hoje?


Cordel da norma culta!

Das regras a mais difícil
Deve ser "hifenizar"!
Não confunda meu amigo
Com o verbo infernizar!
O HÍFEN é complicado
Portanto esteja ligado:
Agora vou lhe explicar:

Se o prefixo terminar
Por exemplo, em vogal
E o segundo elemento
For "r" ou "s" de sal:
Consoante duplicada
Tire o hífen da jogada
E veja como é legal:

Escreva microssistema
Contrarregra, infrassom
Biorritmo, autorretrato
Minissaia, ultrassom
Antessala, antirracismo
Cosseno, neorrealismo
E veja como é tão bom!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Vale a pena ler

 
Dois homens , ambos gravemente doentes , estavam no mesmo
quarto de hospital.

Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma
hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de
seus pulmões .

Sua cama estava junto da única janela do quarto.

O outro homem tinha de ficar sempre deitado de
costas para a janela.

Os homens conversavam horas a fio .

Falavam das suas mulheres e famílias, das suas
casas, seus empregos, seu envolvimento no
serviço militar,locais onde eles passava as
férias ..

Todas as tardes , quando o homem da cama perto da
janela se sentava , ele passava o tempo
descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia
ver do lado de fora da janela.

O homem da cama do lado começou a viver para aqueles
períodos de uma hora, em que o seu mundo era
alargado e animado por toda a atividade e
cor do mundo do lado de fora.

A janela dava para um parque com um lindo lago de patos e cisnes brincavam na água enquanto
crianças com os seus barquinhos . jovens namorados
caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores
e uma bela vista da silhueta da cidade podia ser visto
na distância.

Quando o homem perto da janela descrevia isto tudo com
detalhes requintados , o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava esta
cena pitoresca .

Uma tarde quente, o homem perto da janela
descreveu um desfile que passava.

Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda -
ele podia vê-lo no olho da sua mente como o
senhor a retratava através de
palavras descritivas .

Dias , semanas e meses se passaram.
Uma manhã , a enfermeira chegou ao quarto trazendo
água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida
do homem perto da janela , que tinha morrido
tranquilamente em seu sono .

Ela ficou muito triste e chamou o
atendentes para que levassem o corpo .

Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem
perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela.
A enfermeira ficou feliz em fazer a troca , e
depois de ter certeza que ele estava confortável , ela deixou
ele sozinho.

Vagarosamente, pacientemente , ele se apoiou em um
cotovelo para tomar o seu primeiro olhar para o mundo real.

Fez um grande esforço e lentamente a olhar para fora da janela
além da cama .

Ele enfrentou uma parede em branco .

O homem perguntou à enfermeira o que poderia ter
levado seu companheiro falecido, que tinha
descrito coisas tão maravilhosas fora dessa
janela.

A enfermeira respondeu que o homem era cego e
nem sequer conseguia ver a parede.

Ela disse: ' Talvez ele só queria encorajar
você.

epílogo:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros
felizes, apesar dos nossos próprios problemas .
A dor partilhada é metade da tristeza , mas a felicidade
quando partilhada, é dobrada .
Se você quer se sentir rico, conta todas as coisas
você tem que o dinheiro não pode comprar.
" Hoje é uma dádiva, é por isso que é chamado de O
PRESENTE .

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

UBUNTU uma lição de vida e convivência!


UBUNTU: UMA LIÇÃO DE VIDA Um antropólogo propôs uma brincadeira para algumas crianças de uma tribo africana. Colocou um cesto de frutas perto de uma árvore e falou que quem chegasse primeiro ficaria com elas. Quando ele deu o sinal todas as crianças deram as mãos e correram juntas, chegando ao local elas sentaram e compartilharam as frutas entre si!!! Quando perguntaram às crianças porque quiseram correr todas juntas quando apenas um poderia chegar e ganhar o prêmio, elas responderam: UBUNTU: como pode um ser feliz enquanto todos os outros estão tristes???? UBUNTU na cultura africana sub-sahariana quer dizer: "EU SOU,PORQUE NÓS SOMOS"

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Diego Frazão não conseguiu conter o choro enquanto tocava violino no enterro de seu professor

Em outubro de 2009, o coordenador de projetos sociais do AfroReggae, Evandro João Silva, foi assassinado no centro do Rio de Janeiro. Em seu enterro, uma imagem chamou a atenção da cidade. A Orquestra de Cordas da ONG fazia uma homenagem a Silva naquele dia e um dos pequenos músicos, um garoto, chorava copiosamente enquanto tocava seu violino.
marcos tristão
marcos tristão
Diego chorou ao se apresentar no enterro de Evandro João Silva, do AfroReggae.
O garoto era Diego Frazão, conhecido também como Diego do Violino pelos companheiros de orquestra ou, simplesmente, “Azul” pelos amigos de infância. Nasceu em Duque de Caxias e cresceu em Parada de Lucas, região pobre da Zona Norte do Rio de Janeiro. Aos quatro anos de idade, teve meningite e pneumonia. Sobreviveu. Mesmo com problemas de memória causados por sequelas das doenças de infância, aprendeu a tocar violino com a ajuda de Evandro e seus companheiros do AfroReggae. E aprendeu bem.
Diego era um dos destaques do grupo de músicos quando o coordenador da ONG, que luta para evitar o ingresso de jovens no tráfico, foi assassinado. o garoto, então com 12 anos, exteriorizou toda sua emoção quando prestou a homenagem a Silva, de quem era muito próximo. Parte da família do pequeno músico trabalhava no AfroReggae e, consequentemente, Diego se sentia dentro de uma grande família.
A imagem registrada pelo fotógrafo Marcos Tristão foi definida pelo jornal O Globo como “uma das mais emocionantes da crônica carioca”. Diego ganhou certa fama depois do ocorrido, mas não pode desfrutar dela por muito tempo. Faleceu seis meses depois, vítima de leucemia. Infelizmente, a família descobriu a doença quando o garoto já estava na UTI. Era tarde demais.
Diego Frazão morreu com 12 anos, mas ficou eternizado em uma imagem. A imagem de uma criança que, como criança, não conseguiu conter o choro. Diego do Violino encontrou na música sua felicidade. Azul deixou saudades e uma história breve, mas bonita.
Fonte: Catraca livre

Couraça de São Patrício


 



Hoje me levanto com poderosa força e invoco à Santíssima Trindade com trinitária fé professando a unidade do Criador e da criatura.

Hoje me levanto com a força do nascimento de Cristo graças a seu batismo, com a força de sua crucificação e morte, com a força de sua ressurreição e ascenção, com a força de seu retorno no dia do juízo.

Hoje me levanto com a força do amor do querubim, obediente ao anjos, a serviço dos arcanjos, na esperança da ressurreição para encontrar consolo com as orações dos patriarcas, as predições dos profetas, os ensinamentos dos apóstolos, a fé dos confessores, a inocência das santas virgens, os feitos dos homens de bens.

Hoje me levanto com a força dos céus: a luz do sol, o brilho da lua, o esplendor do fogo, a velocidade do trovão, a rapidez do vento, a profundidade dos mares, a permanência da terra, a firmeza da rocha.

Hoje me levanto com a força de Deus que me guia: sua grandeza que me apóia, sua sabedoria que me guia, seu olho que me cuida, seu ouvido que me escuta, sua palavra que me fala, sua mão que me defende, seu caminho para seguí-lo, seu escudo para proteger-me, sua eucaristia para livrar-me das armadilhas do demônio, da tentação dos vícios, daqueles que me desejam mal, longe ou perto, só ou acompanhado.

Invoco hoje todo estes poderes para que se levantem entre mim e estes males, contra todos os cruéis e infames poderes que desejam o mal para meu corpo e alma, contra as invocações dos falsos profetas, contra as nefastas leis da pagania, contra as falsas leis da heresia, contra as artes da idolatria, contra os feitiços de bruxas, quiromantes e feiticeiros, contra todo conhecimento que corrompa o corpo e a alma.

Cristo que me proteja hoje contra o veneno, contra o fogo, contra morrer afogado, ser ferido para que assim venha a mim abundante consolo.

Cristo comigo,

Cristo à minha frente,

Cristo atrás de mim,

Cristo em mim,

Cristo abaixo de mim,

Cristo sobre mim,

Cristo a minha direita,

Cristo a minha esquerda,

Cristo quando durmo,

Cristo quando descanso,

Cristo quando me levanto,

Cristo no coração de todo homem que pense em mim,

Cristo na boca de quem fale de mim,

Cristo em todos os olhos que me vêem,

Cristo em todo ouvido que me ouve.

Hoje me levanto com poderosa força e invoco à Santíssima Trindade com trinitária fé professando a unidade do Criador e da criatura.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

A PALAVRA QUE NÃO SE DEVE DIZER AO FILHO

Esta semana presenciei uma conversa que me deixou um pouco incomodado. Estava uma mãe a falar com uma Professora responsável por um Centro de Explicações e dizia qualquer coisa como isto,..”sabe queria que o meu filho tivesse explicações para o ajudar a melhorar o seu desempenho, sabe ele não escreve muito, ele tem um PROBLEMA pois apesar de aprender com facilidade, ele não consegue escrever muito, não desenvolve muito os conteúdos.” E repetiu a palavra PROBLEMA umas quantas vezes.
Uma sugestão que deixo aos pais e educadores, jamais digam a uma criança (nem a adultos) que ela tem um problema. Reparem no seguinte: a palavra PROBLEMA geralmente tem uma conotação positiva ou negativa?
A palavra PROBLEMA que tem uma conotação negativa, verbalizada por alguém do seu círculo de confiança (pais, familiares próximos, professores ou amigos) levarão a criança ou o adolescente (já para não falar no adulto) a assumir que tem algo de diferente dos outros, sentindo-se inferior. Quantas mais vezes for repetida a palavra PROBLEMA, mais a criança vai assumir que tem algo muito difícil de ultrapassar; se ela sentia já dificuldades, mais irá ter porque a sua resistência a aprendizagem também será maior. Quem é que se sente motivado para aprender algo que tem muitas dificuldades?!?!?
A própria palavra PROBLEMA pode gerar um estado mental e físico negativo que, como disse anteriormente, criará maior resistência a aprendizagem. Se levarmos ao extremo, uma criança com falta de atenção utilizará esse “PROBLEMA” como um artifício engenhoso para manter sempre os pais mais subservientes a eles, respondendo a quase todos os seus pedidos, o que não é nada bom.
O que eu sugeria. Em vez de PROBLEMA a criança tem um DESAFIO para superar, uma OPORTUNIDADE para se destacar. Manter a confiança de que ela conseguirá aprender e melhorar qualquer aspecto que possa não estar como desejado. Não pressionar muito e manter a Fé (Eu sei que tens sentido dificuldades mas a Verdade é que, cada vez mais, vejo que o teu esforço para melhorar, está a dar resultados). Potenciem o reconhecimento quando ele mostra um comportamento/atitude positiva para melhorar e estarão a evitar o inverso, dar atenção em demasia ao problema e não à sua atitude para melhorar.
Por Nelson Ramos.

Pensamento do dia!


A Fábula do Porco-Espinho


 


Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados. Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.

Moral da História

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.