sexta-feira, 14 de março de 2014

 
Quando nasci, era preto.
Quando cresci, era preto.
Quando pego sol, fico preto.
Quando sinto frio, continuo preto.
Quando estou assustado, também fico preto.
Quando estou doente, preto.
E, quando eu morrer continuarei preto !

E tu, cara branco.
Quando nasce, é rosa.
Quando cresce, é branco.
Quando pega sol, fica vermelho.
Quando sente frio, fica roxo.
Quando se assusta, fica amarelo.
Quando está doente, fica verde.
Quando morrer, ficará cinzento.

E vem me chamar de homem de cor ?

(Escrito por uma criança Angolana)

quinta-feira, 13 de março de 2014

Teste vc mesmo

VEJA OS OLHOS NA FIGURA - Escolha o olho que mais te atrai. Não demora em observar, o primeiro que pensou é o mais correto.

1 - PERSONALIDADE CONFIANTE.
Você é o tipo de pessoa que permite que quase qualquer pessoa entre em sua vida e coração.
Você considera que é melhor correr o risco de se machucar do se esconder das pessoas. Não costuma revelar a ninguém seus medos e inseguranças. Crê que você mesmo deve resolver seus problemas.
Tenta sempre dar tudo de si para as pessoas, mesmo que no fundo da alma não deseja fazê-lo. Ajudar aos outros promove a cura de suas feridas também.

2 - PERSONALIDADE FORMAL.
Você é o tipo de pessoa que sempre trata de dar uma boa impressão e fazer o correto. Pensa que suas ações têm significado na vida dos outros.
Não mostra às pessoas a sua emoção, por exemplo, que está irritado.
Você tenta ser melhor, já que considera ser o melhor que pode fazer com o seu tempo neste planeta.

3 - PERSONALIDADE SACRIFICIAL.
Você tenta encontrar o seu espaço em qualquer lugar sempre que possível. É a busca de um lugar neste mundo confuso. Não mostra às pessoas os seus pensamentos escuros.
Você já passou por muita coisa. Pode-se dizer que você é um rei que "volta depois de uma queda."

4 - PERSONALIDADE MEDITATIVA.
Você é uma daquelas pessoas que gosta de premeditar tudo. Como encontrar o significado profundo e oculto das coisas.
As vezes está tão imerso em seus pensamentos, que fica difícil sair desse estado e parar de pensar. Costuma não repassar aos outros o alto grau de incerteza ao redor. Até pode entender claramente algumas coisas, mas está frequentemente se sentindo inseguro (a) sobre isso. A vida para você é um quebra-cabeça e não deixa de jogar até que tenha juntado todas as peças.

5 - PERSONALIDADE MISTERIOSA.
Você é um mistério até para si mesmo (a). Boa sorte para aqueles que tentam lhe compreender.
És como uma teia de aranha de contradições, constantemente mudar o humor. Assim que você se encontra, muda imediatamente e inicia uma busca novamente. Uma pessoa que com suas ações leva os outros à confusão, e, por vezes, a si mesmo. Você prefere primeiro observar bem as pessoas antes de começar uma conversa com elas. Fala apenas aquelas coisas das quais você acha que está seguro (a).

6 - PERSONALIDADE SENSÍVEL.
Você é o tipo de pessoa que percebe tudo e não esquece nada. És muito sensível e até mesmo as pequenas coisas podem te impressionar.
Você pode facilmente chorar ou sorrir. Mas tenta não mostrar a quase ninguém o quão frágil você é. Em vez disso mostra o quão perspicaz você pode ser. Talvez até possa prever o que vai acontecer no futuro em sua vida.

7 - PERSONALIDADE ENÉRGICA.
Você é o tipo de pessoa que é sempre enérgica ou amorosa. Você é muito perspicaz. É do tipo que ama ou odeia. Você tem uma variedade de opiniões... e decide uma ação rapidamente.
Tem uma grande quantidade de energia, mas frequentemente está nervoso (a). Para você, tudo é uma grande aposta. Por vezes, você não pode deixar de criar um drama em sua cabeça.

8 - PERSONALIDADE EXCÊNTRICA.
Você é o tipo de pessoa que tem interesses e crenças incomuns. Você é um pouco estranho. Não gosta muito de regras.
Muitas vezes, agir com base no princípio: "O que você tem que fazer, faça-o e deixe acontecer o que tem que acontecer.” Você é uma pessoa aberta para as outras pessoas. Você simplesmente ri daqueles que tentam mudar você. Você não gosta de fazer parte da massa cinzenta de pessoas.

9 - PERSONALIDADE INTUITIVA.
Você é o tipo de pessoa que entende bem o mundo e as outras pessoas. Pode conhecer muito sobre uma pessoa apenas pela sua expressão facial ou o tom de voz dela. Sente quando estão mentindo para você. Sabe mostrar ao mundo somente o que deseja mostrar. Você sente quando está sendo manipulado e sabe lidar muito bem com alguém que está tentando isso, se for necessário; porém, geralmente você não recorre a isto.


segunda-feira, 10 de março de 2014

Brincadeiras para Educação infantil

A educadora Dalila Jucá, coordenadora pedagógica do CEI Almerinda de Albuquerque, em Fortaleza, escreveu dois livros com sugestões de jogos para brincar com os alunos da creche e da pré-escola. Tudo pode ser feito sem muitos recursos e em espaços pequenos. Para nenhuma criança ficar de fora da diversão. A seguir, você confere as regras de 10 brincadeiras.

Cauda do Dragão
Material necessário 
Nenhum.

Desenvolvimento
Todos os participantes ficam em pé, em uma fila indiana com as mãos na cintura um do outro, formando um dragão. O primeiro integrante da fila, representando a cabeça do dragão, terá como objetivo pegar o último da fila, que representará a cauda. Ao sinal do educador, o "dragão" passará a se movimentar, correndo moderadamente, sob o comando da cabeça que tentará pegar a cauda. Esta, por sua vez, fará movimentos no sentido de evitar que isso aconteça. A brincadeira continuará enquanto durar o interesse das crianças.

O feiticeiro e as estátuas
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
Os participantes ficam de pé, dispersos em uma área delimitada para a brincadeira. Um voluntário será o "feiticeiro" que perseguirá os demais. Ao sinal do educador, inicia-se a perseguição, e aquele que for tocado ficará "enfeitiçado": imóvel com as pernas afastadas, representando uma "estátua". Os outros companheiros poderão passar por baixo das pernas das "estátuas", salvando-as do "feitiço". Depois de algum tempo, o "feiticeiro" deverá ser substituído. O jogo prosseguirá enquanto houver interesse do grupo.
Biscoitinho queimado
Material necessário
Um brinquedo.
Desenvolvimento
O educador esconde um brinquedo qualquer (o "biscoitinho queimado"), enquanto os participantes estão de olhos fechados. Depois grita: "Biscoitinho queimado!", e os outros têm que tentar encontrá-lo. Quando uma criança chega perto do "biscoitinho queimado", o educador grita seu nome e fala: "Está quente!". Se estiver longe, ele grita "Está frio!". Quem encontrar o brinquedo primeiro ganha.
O carteiro
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
Os participantes ficam sentados em círculo. O educador inicia falando: "O carteiro mandou uma carta... (suspense) só pra quem está usando camiseta branca!". Todos que estiverem de camiseta branca trocam de lugar, mas não podem ir para o lugar ao lado. Quem não consegue trocar rapidamente de lugar, fica fora da brincadeira. A brincadeira prossegue com comandos variados: só pra quem estiver de cabelo solto, de cabelo preso, de anel, de relógio, de rosa, de azul... A brincadeira prossegue com a mudança do carteiro.
Colher corrente
Material necessário
Colheres de sobremesa e caramelos.
Desenvolvimento
As crianças formam duas filas com número igual de pessoas. Elas ficam sentadas frente a frente, cada uma com uma colher de sobremesa. O primeiro da fila recebe na sua colher, presa com o cabo na boca, um caramelo, que deverá passar para a colher do vizinho. A brincadeira começa e, sob uma ordem dada pelo educador, cada um deverá passar o caramelo, com a colher na boca, para a colher do vizinho, sem ajuda das mãos, que devem ficar cruzadas nas costas. Toda vez que o caramelo cair, a criança pode recolhê-lo com a mão e continuar a brincadeira. Ganha a fileira que primeiro conseguir passar o seu caramelo de colher para colher até o final.
Boizinho
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
As crianças formam uma roda, segurando com bastante força as mãos umas das outras. No meio da roda deve ficar uma das crianças, que vai ser o "boizinho". O "boizinho" deve pegar o braço das crianças da roda e ir perguntando: "De quem é essa mão?" A criança deve responder falando o nome de uma fruta ou um objeto, tentando distrair os participantes. Depois de fazer a pergunta a todos, o "boizinho" deve tentar romper a roda em algum ponto e fugir. Quando foge, os outros devem tentar capturá-lo. Quem conseguir é o próximo "boizinho".
Tesouro perdido
Material necessário
Saquinho com balas.
Desenvolvimento
Uma criança deve ser o pirata, que vai esconder o tesouro. O tesouro é um brinde (balas, por exemplo), colocado dentro de um saquinho. Depois que o pirata esconde o tesouro, ele diz: "Vamos ajudar o pirata trapalhão?". É a senha para que as outras crianças comecem a procurar. Elas têm cinco minutos para encontrá-lo. Se não conseguirem, o pirata dá algumas pistas de onde o escondeu. Quando o tesouro é encontrado, a criança que o achou deve escondê-lo novamente. A cada rodada, novos objetos podem ser colocados no saquinho. Quem acha o tesouro pode ficar com ele ou dividir com o pirata e os outros participantes.
A queda do chapéu
Material necessário
Um chapéu.
Desenvolvimento
Os participantes são organizados em círculo. Cada um recebe um número. O educador se coloca no centro do círculo, segurando um chapéu. Inicia a brincadeira atirando o chapéu para o alto e chamando um número. O participante chamado deve correr e pegar o chapéu antes que ele caia no chão. Se o chapéu cair no chão, o jogador sai da brincadeira e o educador continua no centro. Se o jogador conseguir pegar o chapéu, vai para o centro do círculo e continua a brincadeira.
Apanhador de batatas
Material
Jornais e revistas, dois cestos de boca larga.
Desenvolvimento
Os participantes devem amassar várias folhas de jornal e revistas (serão as "batatas"). O educador deve distribuir as "batatas" em vários lugares. A um sinal do educador, os participantes, divididos em duas equipes, devem apanhar as "batatas" e colocá-las no cesto destinado ao seu grupo. Vence a equipe que apanhar o maior número de "batatas".
Patins engraçados
Material necessário
Várias caixas de sapato sem a tampa, fita adesiva colorida.
Desenvolvimento
As crianças ficam uma ao lado da outra na sala ou no pátio. Demarque com a fita adesiva a saída e a chegada. Distribua duas caixas de sapato para cada criança (serão os patins). Ao sinal do educador, as crianças deverão escorregar até a linha de chegada.
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Fonte: Nova Escola

SE A GRAMA DO VIZINHO SEMPRE É MAIS VERDE, O PROBLEMA ESTÁ EM VOCÊ



Por Marina Oliveira e Rita Trevisan

Comparar-se com outras pessoas é natural. Sabe aquela história famosa que diz que a grama do vizinho sempre parece mais verde? É um exemplo disso. Ou seja, há uma pessoa, ou mais de uma, que você acredita ter um emprego melhor que o seu ou um casamento mais feliz, filhos mais comportados, amigos mais divertidos.

"Procuramos critérios para julgar o certo e o errado e, para isso, é normal buscar referências. E uma referência concreta é o outro, seja ele próximo ou não", explica Natércia Tiba, psicóloga pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).
Na atual sociedade tecnológica, as comparações são ainda mais frequentes. As redes sociais são um terreno fértil para as comparações. "As pessoas não têm ideia de como apresentar resultados positivos sobre sua vida pessoal pode atingir outros", afirma o psicólogo João Oliveira, autor do livro "Mente Humana" (Wak Editora).

Comparar tem o lado bom e o ruim. Comparações positivas são aquelas feitas entre situações similares, considerando a individualidade de cada pessoa e o contexto. "Pode ser muito bom quando enxergamos no outro um parâmetro a ser seguido, levando-nos a uma autoanálise", diz Oliveira.

Por outro lado, uma comparação desigual pode abalar a autoestima e levar a falsas ilusões. "Por exemplo, ao comparar a vida de uma celebridade com a própria, as pessoas se esquecem de ponderar a trajetória individual. Qual o percurso daquela pessoa, do que ela abdicou e quais consequências assume por levar aquele estilo de vida", declara Natércia.

A vida do outro sempre vai parecer melhor do que a própria quando você se limita a enxergá-la de um ponto de vista. Ver o outro de apenas um ângulo o impede de identificar os pontos negativos e os defeitos que toda pessoa e situação carregam.
"Quando você deixa de analisar a vida alheia como um todo, cria uma situação fantasiosa e cai na frustração por se achar incapaz de realizar tal feito", diz o psicólogo Alexandre Bez, autor do livro "Inveja - O Inimigo Oculto" (Juruá Editora).

A INVEJA DE CADA UM
Olhar para a vida do outro e querer o que ele tem, a qualquer custo, não por desejo próprio, mas por sentir-se inferiorizado, tem outro nome: inveja. O sentimento é comum entre amigos, familiares e até casais, já que, segundo João Oliveira, a proximidade permite uma comparação maior entre as pessoas.

"Sentir inveja significa não ver as próprias qualidades por estar concentrado mais nos resultados alheios do que em seus atributos pessoais. A inveja surge quando o sujeito acredita na sua falta de condições para alcançar um objetivo", diz o psicólogo.

Para o especialista, o outro pode servir como modelo a ser alcançado, mas desejar viver a vida dele significa desprezar as próprias conquistas e realizações. A inveja é um sentimento humano que se torna prejudicial quando não controlada. Nesse caso, pode crescer e se transformar em raiva direcionada àquele que tem o que se cobiça.

"Na impossibilidade de ver suas próprias aptidões e, com a tristeza instalada, o sujeito se torna agressivo e tenta justificar o sucesso alcançado pelo outro de forma pejorativa. Isso se amplia e começa a destruir a saúde física e mental do invejoso", explica Oliveira.
A inveja também pode ser uma armadilha, de acordo com Natércia. "Mobilizado por aquilo que o outro conquistou, a pessoa se concentra em conquistar o mesmo, mas, ao conseguir, pode não se sentir feliz, porque aquele não era um desejo pessoal real", afirma.

Por isso, sabendo que tanto a simples comparação quanto a inveja são naturais do ser humano, é preciso estabelecer limites em nome da felicidade. Ao perceber que as conquistas do outro não lhe deixam valorizar os próprios passos e características, pare e repense.

"Uma dica é listar os sonhos e objetivos de vida. E antes de desejar algo do outro, reflita se aquilo o aproxima ou afasta das metas traçadas. Sem se esquecer de pensar a longo prazo", diz Natércia. Por fim, enxergue a conquista do outro como um sinal: se ele conseguiu, você também pode. "Todos podemos traçar um plano e nos organizarmos para realizar desejos. Afinal, a conquista do outro não impede a nossa", diz a psicóloga.

 https://www.facebook.com/orgone.psicologia/posts/662238300489372:0

sábado, 18 de janeiro de 2014

Alunos querem matemática - Marina Kuzuyabu

iStockphoto
Apesar do desempenho ainda insatisfatório no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês) 2012, a maioria dos jovens brasileiros (73%) se interessa pelos temas estudados em matemática. A média dos países participantes para essa pergunta é de 53%. Fica, então, a dúvida: a escola está sabendo como canalizar esta motivação? "O suposto interesse não parece lastreado por condições de ensino e estudo adequadas", aponta à Educação Nilson José Machado, professor titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Machado menciona o "suposto" interesse porque acredita que há também muita curiosidade em torno da matéria, o que ele distingue de um "interesse genuíno".
André Portela Souza, coordenador da Escola de Economia de São Paulo (EESP) da Fundação Getulio Vargas (FGV), avalia que uma parte do problema está no fato de o ensino da disciplina, de maneira geral, ser muito conteudista, voltado para a prática de exercícios e a memorização de fórmulas, o que poderia impactar negativamente a motivação dos jovens. Segundo Andreas Schleicher, secretário-geral da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico
(OCDE), os países com melhores resultados de matemática no Pisa são aqueles que mais trabalham com a compreensão de conceitos.
A despeito do interesse, os brasileiros se mostraram pouco confiantes com seu desempenho: 59,5% acham que, estudando ou não, suas notas serão sempre ruins em matemática. "Isso é uma ducha fria de realidade dissolvendo um sonho sem fundamentação suficiente", diz Machado. Esse dado se relaciona com o senso de responsabilidade sobre o fracasso escolar. De acordo com Schleicher, os brasileiros tendem a atribuir o mau desempenho na matéria à falta de sorte, aos professores, que, segundo eles, não ensinam com clareza ou não motivam, à falta de capacidade e uma série de outros motivos. O comportamento é diferente entre os chineses, que, pelo contrário, tendem a assumir a 'culpa' pelos eventuais fracassos.
A atitude é analisada pelo economista da FGV como uma internalização, pelo aluno, de situações que ele vivencia na escola. "Quando ele vê que nada muda em sua escola, que não há progresso, ele internaliza isso, essa falta de expectativas", diz. "Mas essa atitude de não acreditar no sucesso pode ser mudada se provocarmos mudanças e mostrarmos como elas podem ser alcançadas", acrescenta.
No Brasil, a prova do Pisa foi aplicada em 2012 a 19.877 estudantes de 837 escolas. No mundo todo, 510 mil alunos participaram da amostragem. Na lista de 65 países, os brasileiros ficaram na 58ª posição em Matemática, 53ª em Português e 59ª em Ciências. A novidade desta edição ficou por conta da melhoria da performance dos estudantes em matemática. Os brasileiros foram os que mais evoluíram na disciplina entre 2003 e 2012. De 356 pontos, eles alcançaram 391 pontos em um total de mil. Considerando que o país saiu de um resultado ruim - a média em 2003 era de 383 pontos -, o fato não foi comemorado, exceto pelo ministro da Educação. "Isso torna nossa luta pela melhoria uma caminhada eterna. Daqui a 150 anos, a continuar no mesmo ritmo de melhoria, chegaremos perto dos países com bom desempenho", lamentou Machado.


http://hom2.gerenciadordeconteudo.com.br/produtos/ESRE/textos/201/alunos-querem-matematica-304136-1.asp

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Como está sua cabeça hoje?


Cordel da norma culta!

Das regras a mais difícil
Deve ser "hifenizar"!
Não confunda meu amigo
Com o verbo infernizar!
O HÍFEN é complicado
Portanto esteja ligado:
Agora vou lhe explicar:

Se o prefixo terminar
Por exemplo, em vogal
E o segundo elemento
For "r" ou "s" de sal:
Consoante duplicada
Tire o hífen da jogada
E veja como é legal:

Escreva microssistema
Contrarregra, infrassom
Biorritmo, autorretrato
Minissaia, ultrassom
Antessala, antirracismo
Cosseno, neorrealismo
E veja como é tão bom!